15/07/2014

A interpretação da mídia aos estudos científicos

15/07/2014 às 14:03:00

Sabe aquelas notícias onde se vê constantemente uma afirmação - em letras garrafais - sobre algum produto e/ou substância que dizem que pode melhorar a sua saúde? Pois é. A necessidade de ler tais notícias com um senso crítico e científico bem formado é alta, visto que essas notícias - na maior parte do tempo - não possuem quaisquer embasamento científico e são baseadas em suposições.

É óbvio que tal manobra tem como objetivo atrair a atenção dos leitores e até mesmo - em casos mais extremos - incentivar a compra de algum produto. Isso acontece com estudos de qualquer área do conhecimento.

Um exemplo deste tipo de problema está representado na imagem abaixo, publicada pela página "I Fucking Love Science" do Facebook.

Foto/Reprodução: Facebook. Clique aqui para visualizar a página da pesquisa.
Clique aqui para visualizar a página da notícia (a mesma já foi "melhorada" e foi colocado este
trecho "Correction appended, July 14.", que em tradução livre significa: "Correção anexada, 14 de Julho").

Outros exemplos são dados no vídeo abaixo, por Molly Crockett. No vídeo ela fala sobre a "neuro-bobagem", ou seja, exatamente sobre este assunto, mas voltado ao campo de atuação dela. Veja a sinopse e assista ao vídeo:

Os cérebros são especiais no mercado moderno: as manchetes afirmam que sanduíches de queijo ajudam a tomar decisões, enquanto um "neuro-drinque" pode reduzir o estresse. Só tem um problema, diz a neurocientista Molly Crockett: os benefícios desses "neuro-melhoramentos" não são comprovados cientificamente. Em seu discurso direto ao ponto, Crockett explica os limites da interpretação de dados neurocientíficos, e porque precisamos ter cuidado com eles.

Lucas

Tem vinte e um anos de idade e é o idealizador e designer do Química Suprema. É entusiasta na área de Divulgação Científica com ênfase nas Ciências Químicas e Farmacêuticas. Possui noções de linguagens de programação, e entende de Design Gráfico e manuseio de programas de edição. Em 2013 cursou Licenciatura em Química e em 2014 resolveu trocar para o curso de Farmácia. Estuda na UFF.


COMENTÁRIOS :

 
Mostrar/Ocultar